Economia de Energia & Estratégia

Economia no uso da energia elétrica não é apenas uma questão de consciência, más sim de estratégia.

Como educar a sociedade sobre a necessidade de mudar os hábitos de consumo, sem informar as opções que a mesma possui ?

Em um país continental como o Brasil, há diversas formas de um consumidor obter energia elétrica. Entre elas, estão o Mercado Livre de Energia ( MLE ), o Mercado Cativo e a Geração Distribuída. A seguir, ressaltamos as vantagens e desvantagens de cada uma delas.

O Mercado Livre de Energia (MLE), denominado por muitos como Ambiente de Contratação Livre (ACL), permite que consumidor esteja livre para escolher o seu fornecedor de energia, ao contrário do que ocorre no mercado cativo, onde o consumidor não tem alternativa, a não ser comprar da distribuidora local.

Criado oficialmente em 1998 ( no Brasil ) o Mercado Livre de Energia teve em 2024 uma expansão após abertura desse ambiente para todos os consumidores do Grupo A.

Aliás, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), essa expansão gerou um crescimento de 67% no setor.

O que faz o Mercado Livre de Energia atrair o interesse de tantos consumidores?

*Possibilidade de Economia de até 40% na conta de luz

*Possibilidade de comprar energia certificada de fontes 100% renováveis.

*Responsabilidade social

*O consumidor poder escolher seu fornecedor, ao optar por uma das empresas que indicamos, visto que, são empresas referências no mercado.

Como migrar para o Mercado Livre de Energia?
Apesar do processo de migração ser bastante simples, é preciso verificar se a empresa ( x,y ou z) está apta a migrar. Ao acessar a fatura de energia podemos verificar se ela está conectada ao Grupo A ou B optante.

Em seguida,
se pode simular a economia com a ajuda de especialistas durante toda a jornada de migração.

Perguntas frequentes

O que é Mercado Cativo?

O Mercado Cativo, também conhecido como Mercado Regulado, é um modelo bastante conhecido, no qual os consumidores compram energia da distribuidora local. Nesse caso, as tarifas são reguladas pelo governo por meio da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), podendo sofrer reajustes e oscilar ao longo do ano de acordo com as bandeiras tarifárias definidas pelo órgão.

Cabe salientar que por desconhecimento esse é o modelo de contratação a que muitos consumidores residenciais ( atualmente) estão submetidos no Brasil.

Nesse sistema, além de ficar refém dessas tarifas pré-determinadas, não é possível saber qual é a fonte da energia adquirida.

A Geração Distribuída é uma forma descentralizada de produzir energia elétrica. Nela, a energia é gerada perto de onde será consumida, não dependendo apenas de grandes usinas e da rede de transmissão. Esse sistema pode utilizar geradores de pequeno porte abastecidos por fontes renováveis de energia, como solar, eólica, hídrica e biomassa.

Ao contrário do Mercado Livre de Energia e do Mercado Regulado, este modelo tem um investimento inicial devido à instalação dos equipamentos. A longo prazo, a Geração Distribuída tem reduzido os custos com energia elétrica, além de ser uma forma de backup de energia durante uma falta de energia da rede.

A arte de dimensionar…
Consiste em planejar, aliando qualidade e previsibilidade ao melhor custo-benefício!

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